O Teatro Resiste!
Bortolotto Viverá!
O espaço público é do cidadão.
O Teatro não vai se intimidar com a violência, muito menos se submeter aos bandidos, aos que querem a escuridão nas ruas, aos querem que o povo fique em casa, acuado.
Mário Bortolotto é um símbolo de nossa Praça Roosevelt. Seu estado de saúde é grave, mas está resistindo e viverá
Vamos nos reunir no Espaço Parlapatões, hoje, dia 06/12 (domingo), às 21h, para mostrar o quanto queremos que nosso amigo se recupere completamente.
Nosso amigo Carcarah, também atingido, passa bem e está com a gente em pensamento pela recuperação do Bortolotto
Não apresentaremos a peça O Papa e a Bruxa, para que todo nosso elenco, artistas, produtores, técnicos e funcionários do teatro possam participar desse ato.
Chamamos os amigos, artistas, público, freqüentadores da praça, vizinhos, jornalistas e todos os que se dispõe a enfrentar a violência para vir a este encontro.
Vamos ler trechos de suas peças, seus poemas e vamos most rar que o nosso palco não está a serviço das tragédias reais, mas que faz dramas, comédias e tragédias para dar fôlego à sociedade para enfrentar suas mazelas.
Compareça! O Teatro resistirá mais uma vez.
Bortolotto viverá e escreverá muito mais de nossa história!
A praça é do povo, da cultura, da comunhão, da arte e da paz!
Espaço Parlapatões
Praça Franklin Roosevelt, 158
Tel.: (11) 3258 4449
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
O Teatro Resiste!
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O cinema como memória de regimes autoritários
A partir de segunda-feira (dia 3), o Cinusp exibe a mostra Espectos em retrospecto: o cinema como memória de regimes autoritários. Todos os filmes exibidos têm como tema central a vida em estados sob o jugo de regimes ditatoriais, com o objetivo de apressar o acerto de contas com o passado autoritário do Brasil.
O Cinusp também receberá especialistas para duas sessões de debate sobre os filmes exibidos. Na terça-feira (4), às 19 horas, após sessão dupla com os filmes 15 Filhos e Sônia Viva e Morta, e na quarta-feira (5), após a exibição de Vala Comum e Trás Los Pasos de Antígona. O evento é organizado conjuntamente por Cinusp, Cine Olido (no qual será exibida parte da programação), Instituto de Estudos Sobre a Violência de Estado (IEV), e Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP. A mostra pode ser conferida até domingo que vem, dia 9. A entrada na parte da mostra que ficará no Cinusp é gratuita. A programação completa do especial você encontra aqui. O Cinusp fica na Rua do Anfiteatro, 181, Colméia, Favo 04, dentro do campus Cidade Universitária da USP. Para mais informações, ligue 3091-3540.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Palestina livre
Enquanto nós estamos na praia, seja a elite mais confortavelmente instalada em hotéis e pousadas, seja a massa dedicada a um dia de farofa na praia ou churrasco na laje no Brasil, milhões de palestinos estão acuados - não somente os da Faixa de Gaza.

Por um estado único no território palestino, laico e democrático!
(dia 02/01/09)
Hoje, dia 08/01, os mortos chegam a 770 e são mais de 3.100 feridos.
Junto-me ao chamamento:
¡Derecho de todos los refugiados palestinos al retorno!
¡Asamblea Constituyente soberana!
¡Un solo Estado, una sola Palestina
libre, laica y democrática,
que reúna con igualdad de derechos
a los componentes árabe y judío!
¡Parad de inmediato las masacres en Gaza!
¡Detened los bombardeos!
¡No a la intervención terrestre!
¡Levantamiento inmediato del bloqueo!
¡Abajo la ocupación militar!
Ler mais.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Brasil: Impunidade e segurança ainda preocupam, diz Anistia
Vídeo no site do UOL mostra entrevista com Tim Cahill, representante do Brasil para a Anistia Internacional.
terça-feira, 3 de julho de 2007
Repúdio a um livro didático
A discussão intrigou-me, mas não acho aconselhável realizar algum juízo de valor sobre o tema sem conhecer a obra, a proposta e a trajetória dos autores do livro. Vamos pesquisar...
A notícia que saiu no A Tarde online diz que:
"Professores da rede municipal do Rio preparam um manifesto criticando o livro "Geografia - Sociedade e Cotidiano", da editora Escala Educacional, por apresentar um mapa intitulado Áreas de Atuação de Grupos de Tráfico de Drogas no Rio de Janeiro. O documento pedirá a retirada de circulação do material e será enviado ao Ministério da Educação (MEC). O livro, apesar de indicado pelo MEC, foi vetado pela prefeitura carioca nas escolas municipais.
"Esse livro é anti-pedagógico, uma agressão ao povo do Rio", disse o ex-secretário estadual de Educação e membro da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Niskier. "É preciso haver maior transparência nos métodos de escolha pelo MEC. Ninguém conhece os critérios de avaliação, quem são os avaliadores, por que um deve e outro não deve ser aprovado", criticou o educador. (...)
A coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), Maria Beatriz Rios, criticou a abordagem do livro, mas admitiu que o assunto deve ser tratado em sala de aula. O sindicato deve se reunir para analisar a questão e decidir se adere ao manifesto, que, segundo ela, surgiu por iniciativa dos professores. "Não tem como esconder essa realidade (do tráfico), mas temos que ver a maneira como tudo isso será abordado em sala de aula.", disse Maria Beatriz."
quarta-feira, 27 de junho de 2007
17 povos vivem na 'iminência' de extinção
Dados divulgados pelo Boletim Famaliá dão conta de que a ameaça de extinção de povos indígenas não deixou de existir ainda.
Os que pensam que a extinção desses povos é um fato do passado, devem mudar de idéia. Os dados divulgados pelo Cimi são alarmantes.
Para os que se interessam pela questão indígenas, dois eventos se destacam:
- II Seminários dos Povos Indígenas e Sustentabilidade
- Índios lançam ensaio fotográfico em São Paulo: no MIS a partir de 26/06/07
17 povos vivem na 'iminência' de extinção, alerta CIMI
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) acredita que existem 17 povos indígenas isolados vivendo "na iminência de extinção". Eles ficam no Acre, Amazonas, Mato Grosso e Rondônia. Um dos casos envolvendo denúncia de genocídio ocorreu entre os povos isolados do Rio Pardo, nos Estados do Amazonas e Mato Grosso.
De acordo com denúncia no Ministério Público Federal, houve massacres nos municípios de Apuí e Colniza, no fim de 2004 e início de 2005. Segundo o Cimi, um grupo de madeireiros, com participação de um ex-delegado de polícia de Mato Grosso, invadiu a área indígena e matou os índios.
Em outubro de 2005, a Frente de Proteção etnoambiental Madeirinha, da Funai, fez contato visual com um grupo de três índios sobreviventes. A terra indígena foi interditada por duas portarias, mas, segundo o Cimi, "falta fiscalização da área". Para o Cimi, grupos de extermínio agem a serviço de grileiros de terras, madeireiros e fazendeiros, que tentariam eliminar "qualquer vestígio de presença indígena para inviabilizar a demarcação de suas terras, liberando-as para a apropriação privada, exploração dos recursos naturais, pecuária e agronegócio". Os riscos vão além dos conflitos. A história dos matizes é um bom exemplo de como o contato com o branco pode ser desastroso.
No início da década de 70, eles não tinham contato com outras culturas e eram aproximadamente mil. Com a chegada da Funai, e após os madeireiros (2002), eram 216. Em meados de 90, eram 100 apenas.
Voltaram a crescer após o isolamento dos rios Ituí e Itaquaí, em 1996, pela Funai.
Fonte original: O Estado de S. Paulo
Death Poem
Death Poem
Take my blood.
Take my death shroud and
The remnants of my body.
Take photographs of my corpse at the grave, lonely.
Send them to the world,
To the judges and
To the people of conscience,
Send them to the principled men and the fair-minded.
And let them bear the guilty burden before the world,
Of this innocent soul.
Let them bear the burden before their children and before history,
Of this wasted, sinless soul,
Of this soul which has suffered at the hands of the “protectors of peace.”
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Livro reúne poemas de presos em Guantánamo
Uma coleção quase clandestina de poemas escritos por prisioneiros da base militar americana de Guantánamo será lançada até o fim do ano por uma editora dos Estados Unidos.
Poems from Guantánamos: The Detainees Speak ("Poemas de Guantánamo: Os Prisioneiros Falam", em tradução livre) já pode ser encomendada online no site da Universidade de Iowa Press.
Os organizadores da coleção disseram que os 22 poemas dos 17 autores foram inicialmente "escritos em pasta de dente, ou riscados com bolinhas de gude em copos de plástico", expressando o que chamam de "forma mais básica de arte".
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Tribunal Internacional Furacão Katrina
Eu o recupero aqui, pois acrescentam-se novidades importantes.
O post original:
Esta imagem é do interior de uma casa em Nova Orleans destruída pelo furacão Katrina !!!
A imagem está no livro 'After the flood' (Depois da enchente), do fotógrafo canadense Robert Polidori.
Muitos desconhecem a atual situação da população atingida pelo Katrina. Pode ser que imaginem que o governo Bush, grande salvador do mundo, providenciou empregos e até reconstruiu a cidade. Triste ilusão!
17 meses depois, a maioria das casas são inabitáveis como mostra a foto acima e a maioria da população (negros, em sua maioria) está desempregada, foi expulsa da cidade ou migrou para outros lugares e até países, em busca de trabalho e educação, numa verdadeira "limpeza étnica".
Esta foto foi usada em campanhas anti-tabagismo pela agência Neogama, fazendo uma metáfora com o que pode acontecer no interior do corpo de quem fuma. Mas ela bem pode ser vista por quem quer imaginar como está o coração da população de Nova Orleans.
Os que resistem estão organizando um Tribunal Internacional Katrina, que deverá ocorrer em agosto. No Brasil está à venda um caderno informativo para ajudar a financiar a campanha (pedidos para tribunalkatrina_br@yahoo.com.br).
- Os outdoors anti-fumo do Brasil levaram o Leão de Ouro em Cannes ontem, dia 19/06/07. A campanha anti-tabagismo criada pela agência Neogama/BBH de São Paulo, foi vencedora do Leão de Ouro em Cannes na categoria outdoor. As peças foram criadas para a ADESF (Associação de Defesa da Saúde do Fumante). Ver as outras fotos aqui.
- A Coalizão do Fundo Popular de Ajuda às Vítimas do Furacão (PHRF-OC) e a Coalizão de Militantes Negros Sobre o Katrina, juntamente com o Acordo Internacional dos Trabalhadores, o Tribunal Internacional África e outras organizações internacionais lançaram uma campanha com a finalidade de convocar um Tribunal Internacional – Furacão Katrina, destinado a julgar as violações dos direitos humanos, cometidas pelo governo dos EUA.
- No Brasil, Edenice Santana, militante do movimento negro da Bahia e dirigente da CUT,
compôs a Comissão Internacional de Inquérito que esteve na Luisiana e decidiu pela convocação do Tribunal. O Tribunal Internacional terá lugar em Nova Orleans, de 29 de agosto a 2 de setembro de 2007, segundo ano da tragédia. - Mais informações: www.peopleshurricane.org
- Em São Paulo, SOS Racismo 0800 773 3886
quinta-feira, 14 de junho de 2007
A Guerra perto de nós
Não tenho nenhum parente que lutou na II Guerra.Não descendo de ninguém que fugiu de um país em guerra.
Nunca estive num país em guerra.
Já participei, quando mais jovem, de manifestações e movimentos contra a guerra.
Não gosto de assistir a filmes de guerra.
Mas a guerra nos alcança sempre, pois estamos na mesma humanidade.
Há 2 anos tive um dia a notícia de que uma pessoa conhecida tinha sido sequestrada no Iraque, durante a guerra. Por ter prestado serviços à construtora Norberto Odebrecht, eu o conhecia. Era um engenheiro carioca, simpático, com cara de boa gente. E agora era a foto dele no telejornal.
Acompanhamos as notícias da imprensa, no início tendo esperança de um desfecho positivo, mas com o passar do tempo ficando pessimistas. Com o tempo não saiu mais nada na imprensa. Mas eu imaginava que o desespero de sua família continuava. Tal como o desespero das famílias dos desaparecidos políticos durante o regime militar.
Guerra é guerra, só interessa aos dominantes e só a eles favorece.
Hoje seu corpo está voltando para o Brasil, após ter sido reconhecido.
Está no Folha Online. Está no Último Segundo.
Resta a dor da família.
Resta até hoje seu nome, e-mail e telefones na minha agenda. João José Vasconcellos Jr.
João, adeus.
Crédito da foto: Álbum de família, publicada na Folha Online.
segunda-feira, 26 de março de 2007
Para saber ou para não esquecer (I)
Escravidão - Trabalhos forçados- Passados 200 anos do fim do tráfico de escravos no Atlântico, milhões de adultos e crianças continuam sendo vendidos para trabalhar na prostituição, na agricultura ou na mineração, em condições degradantes, em troca de pouca ou nenhuma remuneração.
- Organização Internacional do Trabalho estima que 12,3 milhões de pessoas são vítimas do trabalho forçado. Já a ONG norte-americano Free the Slaves estima que haja 27 milhões de pessoas nessa situação.
- Especialistas da ONU e de outras entidades afirmam que o tráfico humano movimento 32 bilhões de dólares -- 10 bilhões com a venda de indivíduos, e o restante com os lucros de suas atividades. Fonte: Reuters
- Mais de um milhão de mulheres trabalham como escravas sexuais para redes internacionais de tráfico de pessoas, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
- São vítimas de um negócio que fatura US$ 32 bilhões por ano no mundo. Na ponta do esquema, estão aliciadores, na maioria das vezes, da própria comunidade em que elas vivem. No Brasil, um 'olheiro' ganha cerca R$ 600 por "escrava", segundo os cálculos dos serviços de assistência a vítimas.
- Em 2000, os países da ONU assinaram em Palermo, na Itália, um protocolo que em linhas gerais define o tráfico de pessoas como o "recrutamento" ou "transporte forçado" de pessoas, em que uma tem "autoridade sobre outra para fins de exploração". Fonte: BBC
- Atualmente, 2,6 bilhões de pessoas - metade da população dos países em desenvolvimento - vivem em locais sem condições básicas de saneamento.
- Os problemas relacionados à falta de acesso à água adequada matam mais de 1,6 milhões de pessoas todos os anos. Fonte: BBC
terça-feira, 6 de março de 2007
Como está Nova Orleans hoje
Esta imagem é do interior de uma casa em Nova Orleans destruída pelo furacão Katrina !!!A imagem está no livro 'After the flood' (Depois da enchente), do fotógrafo canadense Robert Polidori.
Muitos desconhecem a atual situação da população atingida pelo Katrina. Pode ser que imaginem que o governo Bush, grande salvador do mundo, providenciou empregos e até reconstruiu a cidade. Triste ilusão!
17 meses depois, a maioria das casas são inabitáveis como mostra a foto acima e a maioria da população (negros, em sua maioria) está desempregada, foi expulsa da cidade ou migrou para outros lugares e até países, em busca de trabalho e educação, numa verdadeira "limpeza étnica".
Esta foto foi usada em campanhas anti-tabagismo pela agência Neogama, fazendo uma metáfora com o que pode acontecer no interior do corpo de quem fuma. Mas ela bem pode ser vista por quem quer imaginar como está o coração da população de Nova Orleans.
Os que resistem estão organizando um Tribunal Internacional Katrina, que deverá ocorrer em agosto. No Brasil está à venda um caderno informativo para ajudar a financiar a campanha (pedidos para tribunalkatrina_br@yhaoo.com.br).
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Indício
O pensamento uníssono da população deve ser "indício?????!!!!!"
O Coronel Ubiratan (é outra pessoa, não o comandante do massacre do Carandiru assassinado no ano passado) está investigando a utilização de um carro blindado da PM na invasão dos milicianos no Rio de Janeiro.
